quarta-feira, 12 de junho de 2013

Curso de Produção Executiva: Executivo da Dream Works é um dos destaques do dia no Festival de Publicidade






Ramos, Bernardi e Tiefenthaler foram painelistas no último dia do Festival

Claudio Ramos, diretor internacional do departamento Consumer Products da produtora cinematográfica Dream Works, apostou no bizarro para discorrer sobre emoção no último dia do Festival Mundial de Publicidade de Gramado. Em uma apresentação de slides, ele trouxe diversos cases para ilustrar a estranheza dos desejos do público. Acompanhado do presidente da Associação Riograndense de Propaganda (ARP), Fábio Bernardi, e do criador do programa de TVLarica Total, Paulo Tiefenthaler, Ramos agitou o público com piadas e brindes.

Na manhã desta sexta-feira (7), os três debatedores falaram sobre o processo criativo voltado para os clientes finais e seus gostos e emoções. Mas não foi Ramos que ganhou a plateia. Apesar de seus exemplos chamativos, foi Bernardi quem conquistou os olhares curiosos dos estudantes, empresários e personalidades da área que assistiram a apresentação. Bernardi fez um apelo a todos sobre a dificuldade de se trabalhar com publicidade e que não se deve desistir nos primeiros obstáculos. “A gente gostaria que, realmente, mais pessoas pudessem estar aqui conosco aprendendo sobre o nosso dia a dia”, colocou.

Bernardi foi mais longe e pediu: “Não façam as coisas pelo dinheiro. Façam por amor à profissão, à agência, aos amigos. Nunca vi ninguém se dar bem buscando apenas dinheiro.” Para ele, a lógica de produção da propaganda está incrustrada na emoção. “Quem explica a nossa profissão, e também o que acontece com o cinema, é o Aristóteles. Citando o filósofo grego: ‘o juízo de valor das pessoas muda conforme a emoção que elas sentem’. O nosso juízo de valor é alterado pela nossa emoção”, explicou.

Com linguagem descontraída, Bernardi e Tiefenthaler traduziram o tema do painel em suas falas, Cinema, emoção e lightsabers: das telas para as mãos. Tiefenthaler que também é jornalista e atua no ramo da dramaturgia bateu na mesma tecla do publicitário japonês que esteve no Festival ontem , Morihiro Harano, o importante é contar boas histórias.

“O que o ser humano quer é ouvir histórias. Ouvir a linha do tempo é não se perder. É a maneira de saber de onde a gente vem. A publicidade é exatamente isso: narrar”, apontou Tiefenthaler. Ele ainda ressaltou que a tecnologia não deveria ser um problema, pois a mesma sempre existiu e todos a utilizam. Quanto a viabilidade das produções, ele sintetizou: “Não abandone uma ideia porque você acha que ela é louca. Sempre vai haver alguém disponível para patrocinar a sua ideia, independente da estranheza que ela cause.”

Ramos interrompeu a fala de Tiefenthaler dizendo que: “o objetivo nunca é um filme 100% comercial, e sim uma obra de qualidade. É uma troca entre os setores. A gente cria o filme e tem a intensão de divulgar ele em todas as plataformas.” Ele também concordou que não existem fórmulas na hora de criar.

fonte: http://jcrs.uol.com.br/

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